23-11-2020

XXIII Congresso foi presente aos ouvidores nos 25 anos da ABO

O XXIII Congresso Brasileiro de Ouvidores/Ombudsman realizado hoje, de forma online, reuniu cerca de 150 participantes em diferentes plataformas para debater segurança psicológica nas organizações; escuta, acolhimento e coragem. A íntegra das apresentações está disponível no Canal da ABO no Youtube  https://www.youtube.com/watch?v=WpTCGfmcADM&feature=youtu.be

O evento foi como um grande presente para os ouvidores nos 25 anos da entidade, como ressaltou a presidente da Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman, Maria Inês Fornazaro.

Ela observou que as apresentações das advogadas Valquiria Furlai e Viviane Vicente, além da feita pelo professor Cláudio Thebas, possibilitaram aprofundar o entendimento do quanto é importante o trabalho do ouvidor, principalmente em períodos adversos como os enfrentados este ano com a pandemia do coronavírus.

Confira aqui a tradução visual do evento:












A presidente da ABO fez um balanço das atividades deste ano atípico destacando a forma como as ouvidorias se adaptaram rapidamente para continuar acolhendo o cidadão. “Os desafios para 2021 não serão menores”, alertou. Referiu-se aos casos de Ouvidorias que tiveram seus quadros reduzidos ou que foram até desativadas em algumas organizações por conta de corte de custos. Ressaltou que a ABO está disposta a trabalhar para fortalecimento das Ouvidorias e ajudar a superar os novos desafios.

Acanguatara, expressão indígena que significa cabeça boa de escutar, foi apresentada pelo professor Cláudio Thebas como exemplo do trabalho do ouvidor. O presidente do Conselho Deliberativo da ABO, Edson Vismona observou que o termo poderia ter sido usado para substituir o Ombudsman, utilizado quando a função começou a ser exercida no País.

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